Bateu a porta.
Cena seguinte.
Saída de araragi.
Apenas um mero passo.
Som ecoando [...]
Sombras do sol.
Interferência televisionadamente mental.
Efeito mental contrario.
O oque você é Hanekawa-san estavam falando [?]
Tsck.
Humano tolo.
Ele virou apos ouvir minha voz.
Não lhe dei tempo.
Cravei o fatal.
Um estilete.
É o suficiente para abordar um intruso em meu mundo.
Cena rápida.
Coloquei um estilete dentro da boca do mesmo, e então o abordei.
- Não se mova.
Ele deixou cair sua pasta no chão, não tinha mais reações.
Comentei enquanto ajeitava meus cabelos atras de minha orelha, estavam incomodando.
- Não verdade, não.
- O que realmente quis dizer foi, " Você pode se mover, só é muito perigoso."
Fui sarcatica.
- A curiosidade matou o gato.
Continuei sendo.
- Você se encontra com segredos que ninguém quer que você descubra. Ah que depressivo.
Seu olhar era maravilhoso, desespero e dor, alias a ponta do estilete já estavam começando a cutuca-lo, apesar de ele estar soando bastante, ainda jemiá aos poucos com a boca aberta. Que garoto desprezivo.
Enquanto ele respirava e fazia alguns sons eu ainda com a mão em meus cabelos que estavam sobre minha orelha eu lhe fiz uma pergunta,parecia que ele queria responde, me desculpem.
- O quê[?] Seu lado direito está solitário[?]
- Porque você não disse[?]
Naquele instante dei conta de um grampeador em minha canhota e em velocidade já tinha colocado em sua boca, não lhe dei tempo novamente.
Continuei a dialogar. Não, basicamente não era um dialogo, era um monologo
- Bem, eu fui um pouco insensata também.
- Quem saberia que uma casca de banana cairia naquele lugar.
- Você não notou[?]
- Flores não podem ser nomeadas aqui.
- Sim, flores nomeadas devem aceitar a nomeação neste mundo.
- Você não pode simplesmente nomeá-las.
- Este é meu mundo, meu castelo, tu es um mero visitante nele agora, es um corvo em meio a pombos.
Seu olhar me deixava um pouco aflita, alias era alguém que realmente conseguia me deixar nervosa, se não fosse as longas mangas de minha farda e a gola em meu pescoço ele notaria a minha nervosisse.
- Não é como se elas não quisessem ser nomeadas, a verdade é que todas que tomam conhecimento sobre o Conto do jardineiro e a água, esperam e desejam ser nomeadas.
- Levando em conta que eu sou a protestante neste conto, elas deveriam todas ser flores.
Deisho[?]
( Deisho : Sinônimo em japonês para, "não é?" )
- Mas na verdade, elas não podem quebrar
uma minha regra. Esta é o conceito básico nao é [?]
Ainda naquele momento bastante tensofobioco ainda continuava a falar.
- Algo aconteceu entre o fim do ensino fundamental e o começo do ensino médio.
- Encontrei uma flor.
- Essa flor me separou em duas. "Eu" e "Eu"
- Somos duas que são uma, meu verdadeiro eu não sou "eu" meu verdadeiro mundo é o seu quem sou "Eu" [?]
Me toquei e então fui o que sou, tsunderamente gentil e sombriamente perigosa.
- Ah, Está tudo bem se você não faz ideia do que estou falando.
- Estou dizendo isso porque seria extremamente irritante se você ficasse fuçando.
- Araragi-Kun.
- Hey, Koyomi Araragi-Kun
- Ou devo lhe chamar de, Houratou Oreki.
- Então o que tenho que fazer para que você fique quieto sobre este fluxo e principalmente "Eu"[?]
- O que faço para salvar minha pele[?]
- O que devo usar para selar sua boca e garantir que você não fale [?]
- E que tal você jurar ficar em silêncio[?]
- De qualquer maneira só quero de você silêncio e apatia sobre isso.
- Se você concordar com isso, afirme com a cabeça duas vezes Araragi-Kun.
"Porém, se você ficar fuçando,interpretarei você como um alvo hostil e lançarei um contra-ataque."
Ele afirmou desesperadamente rápido.
Agradeci a ele com um belo olhar e um sorriso demonstrando minha gentileza por me compreender.
- Oh, Obrigada.
Comecei lentamente a tirar o estilete da boca dele bem calmo, ao colocar para baixo comecei a puxar a lamina para dentro bem devagar ainda o encarando [...]
Quando terminei de puxar ainda o encarando, fechei meu olho esquerdo e então demonstrei que não sou como Hanekawa e que ele já não esta mais em seu fluxo.
Grampei sua bochecha brutalmente, ele caiu no chão colocando a mão no rosto ficando de joelhos a minha frente, me curvei um pouco e então estranhei perguntando.
- Você não gritou, não é[?] Que elegante.
- Deixarei você livre dessa vez.
Ele ousou se levantar ao erguer um pouco o rosto para me ver dizendo.
- Você...
Naquele instante grampei mais uma vez o grampeador apenas como aviso deixando cair um grampo ao chão e logo ele abaixou o rosto voltando e ficar de joelhos a minha frente assim como ele sempre deve ficar em minha presença.
- Então, Araragi-kun.
- Esteja certo de me ignorar a partir de amanhã
- Estou contando com você.